sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Valerioduto abasteceu Gilmar Mendes

Bomba! Esta é a capa da Carta Capital que está quentinha quentinha saindo do forno.


Gilmar Mendes foi desmascarado

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Stedile: Três projetos estão em disputa para a América Latina


26 de julho de 2012

Essa entrevista de João Pedro Stedile, o coordenador do MST, aparentemente foi feita mas não interessou ao jornal que deveria publicá-la.
Por isso, suprimimos as perguntas*:

João Pedro Stedile
 Conjuntura na América Latina
A América Latina está vivendo uma conjuntura positiva para a classe trabalhadora em geral, pois saímos da hegemonia total dos Estados Unidos e do neoliberalismo com a eleição de diversos governos progressistas em todo o continente. E, agora, há uma disputa permanente do futuro do continente ao redor de três projetos ou propostas.
O primeiro é a retomada da ofensiva dos Estados Unidos, que quer recolonizar a região e transformá-la apenas em fornecedora de matérias primas e energia para ter lucro máximo para suas empresas que por aqui operam. Há um segundo projeto que defende uma integração continental, sem os americanos, mas ainda nos marcos dos interesses das empresas capitalistas. E há um terceiro projeto, que nós chamamos de ALBA (Alternativa Bolivariana Para a América), que se propõe a fazer uma integração econômica, política e cultural, que juntasse governos progressistas com as organizações populares.
Essas três propostas se enfrentam todos os dias em todos os espaços. A cada eleição presidencial, haverá candidatos dos três projetos. A vitoria de [Fernando] Lugo (presidente deposto do Paraguai), fortalecia o projeto dois e três, e representava um alento para a região do Cone Sul, pois derrotou as oligarquias paraguaias depois de 60 anos de ditadura do partido colorado. Eles tentaram derrubá-lo em 23 outros processos de impeachment e somente conseguiram derrubá-lo agora, quando os serviços de inteligencia e os interesses econômicos dos Estados Unidos se envolveram e ajudaram a preparar esse golpe de estado, que teve uma unidade impressionante em termos econômicos, políticos e midiáticos.

Movimentos sociais
Os movimentos sociais, no sentido genérico, que envolve todas as formas de organização da classe trabalhadora — desde o movimento sindical, popular, até a luta por moradia, por saúde, de luta pela terra e etc –, devem continuar com sua missão histórica que é organizar o povo para que ele lute por melhores condições de vida, pela defesa de seus interesses e por um novo projeto de sociedade. Os movimentos têm um papel fundamental, pois sem a organização popular na base e sem consciência de classe, não será possível fazer mudanças estruturais na sociedade e nem institucionais nos espaços do poder Legislativo e Executivo quando elegermos nossos representantes.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Por que a Globo ataca Collor?

Fernando Collor e os ataques à grande mídia
Rapidamente me fiz esta questão ao saber que Rosane Collor apareceria no Fantástico jogando a m**** no ventilador sobre Fernando Collor, senador da República.

E a linha de raciocínio que fiz rapidamente levou em consideração dois pontos:
1- O Fantástico tem sido utilizado pela Globo de forma abusiva quando quer direcionar a construção social de algum pensamento. Aconteceu para salvar as carreiras de Ronaldo, ex-fenômeno, Ronaldinho, entre outros.
2 - Com certeza a Globo não está investida de um novo sentimento de querer informar à população. Há algo por trás aí, mais do que a própria audiência.

E aí, obviamente, não assisti. Mas acompanhei a repercusão nas mídias sociais posteriormente.
Soube que rolou papo sobre "magia negra", PC Farias e até sobre a "mísera" quantia de 18mil reais que a fulana ganha de pensão.

Mas a pulga permanecia atrás da orelha.

Foi quando fez-se a luz. Basta pesquisar um pouco sobre as declarações de Collor no Senado e na CPI de Cachoeira para entender. Fernando Collor tem sido um dos principais críticos da grande mídia, especialmente a Veja e a Globo. Não sei se porque ele sentiu na pele o que é ser construído pela mídia e logo depois jogado na lata do lixo da história, mas o fato é que tem sido bastante contudente. Chega a soltar nomes como o Policarpo, da Veja, a quem se refere como bandido e o próprio dono da Abril, o Civita.

Só para se ter uma idéia, vejam este vídeo abaixo gravado em declaração durante a CPI. No mínimo, explosivo.



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sábado, 14 de julho de 2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Venezuela, nos passos do desenvolvimento


A Venezuela é hoje o país com o menor nível de desigualdade da América Latina. Mas poucos sabem disso. Graças a um considerável bloqueio midíatico em nosso país, poucos sabemos sobre os muitos avanços que vêm acontecendo na Venezuela de Hugo Chavez.

Por isso, a RadioAgenciaNP produziu a série "Venezuela, nos passos do desenvolvimento".

São sete reportagens que mostram todos os avanços e conquistas na Venezuela em pouco mais de dez anos.

Bom proveito!


Com programas sociais chamados de “Misiones Sociales”, o governo Chávez vem melhorando o acesso e qualidade à moradia, saúde e educação no país.
A renda do petróleo venezuelano passa a ser aplicada em projetos sociais e no fortalecimento de outros setores econômicos. Com essa política, o governo Chávez avança nas nacionalizações.
A Venezuela é o 6º país que mais exporta petróleo no mundo, cerca de 3 milhões de barris diários, algo disputado pelas economias industrializadas, entre as quais os Estados Unidos.
No campo da comunicação, mudanças no marco regulatório com a finalidade de deixar a mídia mais plural, se chocam com a “guerra midiática” promovida contra o presidente Hugo Chávez.
Na opinião de pesquisadores, o que acontece na Venezuela é uma democracia participativa e não uma ditadura. Nas próximas eleições, em outubro, estarão em disputa dois modelos vigentes na América Latina.
A Venezuela tem no Brasil um de seus principais parceiros nos campos econômico e social. No país venezuelano, o Brasil contribui com projetos como o de construção de moradias e de uma siderúrgica.
Os projetos de integração da América Latina possibilitam parcerias econômicas, políticas sociais, que contribuíram para que a região resistisse melhor à crise mundial, como apontam especialistas.


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